Banda A Cor do Som se apresenta no projeto O Som das Palafitas do Arte no Dique

kulhydrater i mad tabel go A Cor do Som 3 por Daryan Dornelles (2)

van de heuvel tuindecoratie link O projeto hele vejen nik og jay O Som das Palafitas do Instituto Arte no Dique tem levado ao público grandes nomes da música brasileira como Hamilton de Holanda, Luiz Caldas, Armandinho Macedo e Geraldo Azevedo. E retorna em boka havets katedral view 29 de julho, um domingo, com http://leftprevent.life ems training amsterdam A Cor do Som. A abertura da noite ficará a cargo do grupo santista http://ironneedle.live/2018/08 waarom glasvezel ipv kabel Barracos.

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parents élancez vous caf Segundo o jornalista Antônio Carlos Miguel, especialista na área musical com 40 anos de carreira e membro votante do Grammy Latino, A Cor do Som é “caso raro de grupo que se mantém unido e criativo em quatro décadas de carreira. O repertório de ‘40 anos’ tanto aponta para o futuro, com cinco canções novas, quanto reafirma o passado original da banda, em sete regravações de clássicos tirados de seus primeiros álbuns. O resultado é vintage, fiel ao estilo criado por Armandinho, Dadi, Mú Carvalho, Gustavo Schroeter e Ary Dias; e contemporâneo, em refinada produção do Roupa Nova Ricardo Feghali (que também participou no piano ou nas programações e dividiu os arranjos com A Cor do Som).

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couch hohe sitzhöhe Com sua inusitada e orgânica fusão de pop, choro, trio elétrico e progressivo, A Cor do Som foi a grande surpresa da música brasileira em fins dos anos 1970, antecipando o rock que iria imperar na década seguinte. O grupo começou a nascer no primeiro álbum solo de Moraes Moreira, em 1975, recém-saído dos Novos Baianos. Estavam nessas gravações Dadi (o jovem baixista carioca que tinha entrado para a comunidade musical dos Novos Baianos e também tocava com Jorge Ben), Armandinho (o mestre da guitarra baiana e do bandolim, filho do Osmar, um dos inventores do trio elétrico) e Gustavo (outro carioca, baterista que veio do grupo A Bolha e também músico de Jorge Ben), com  Mú (pianista e tecladista, irmão caçula de Dadi) estreando profissionalmente em uma faixa – e, logo em seguida, incorporado à banda nos shows. Já Ary Dias (percussionista baiano que veio de Banda do Companheiro Mágico), tocou no disco de estreia d’A Cor, mas só entrou oficialmente, completando a formação clássica, a partir do segundo álbum.

Como Dadi, mais de três décadas depois, contou no livro de memórias ‘Meu caminho é chão e céu’ (Record, 2014), a paixão de Armandinho e Mú pelo choro foi o estímulo para as primeiras músicas do grupo que começava a nascer. Quanto ao nome, foi pedido emprestado a Galvão e Pepeu Gomes, que chamavam de A Cor do Som o núcleo instrumental dos Novos Baianos.

Após dois discos instrumentais de grande repercussão junto à crítica, ‘A Cor do Som’ (1977) e ‘Ao vivo’ (registro do show no Festival de Jazz de Montreux, em julho de 1978), as portas se abriram de vez para o grupo quando Armandinho, Dadi e Mú também assumiram os microfones. Parcerias deles com, entre outros, Moraes Moreira e Fausto Nilo ou composições feitas especialmente para A Cor por Caetano e Gil garantiram as altas execuções nas emissoras de rádio e TV e os shows lotados por todo o Brasil.

Sucesso sem precedentes que durou por cerca de cinco anos, até o grupo ser atropelado pelo rock da geração seguinte. A partir do século XXI, o original som d’A Cor, que antecipava a mistura do rock com ritmos brasileiros, voltou a ser valorizado, citado como referência por muitos dos artistas que surgiram depois. Reconhecimento que é celebrado agora em “40 anos”. Como os bons vinhos, A Cor do Som soa melhor ainda com o passar do tempo, e brinda com esse diversificado leque de convidados.”

Maiores informações sobre A Cor do Som – www.facebook.com/ACordosomOficial/

Abertura 

O colorido sonoro da Banda Carrossel de Baco, funde-se à percussiva Banda Querô, resultante do trabalho de formação sócio cultural do Instituto Arte no Dique. Trazendo à tona os signos e símbolos musicais oriundos da miscigenação cultural que resultou na formação do povo brasileiro, a formação promove um olhar crítico as necessidades básicas de moradia e a sobrevivência das tradições culturais presentes nas palafitas e áreas periféricas brasileiras. No repertório canções e poesias de compositores baianos e santistas, regravações de grandes sucessos como a música ‘Nos Barracos da Cidade” de Gilberto Gil e o texto “Nas quebradas do Mundaréu” de Plínio Marcos.

 

Serviço
O Som das Palafitas
Domingo, 29 de julho
18h – abertura com banda Barracos
19h – A Cor do Som
Instituto Arte no Dique – Rua Brigadeiro Faria Lima, 1349, Rádio Clube.
Gratuito.

Sobre o Arte no Dique

O Instituto Arte no Dique desenvolve trabalho sócio cultural com a população do Dique da Vila Gilda na Zona Noroeste de Santos. Tem a missão de oferecer oportunidade de transformação e desenvolvimento humano e social a crianças, adolescentes, jovens e adultos através da participação da comunidade em ações educativas, de geração de renda, meio ambiente e valorização da cultura popular da região.​

O projeto é desenvolvido numa das regiões de maior vulnerabilidade social da cidade, com uma população de 22 mil habitantes vivendo em condições precárias, em palafitas à beira do mangue, sobre o Rio Bugre.

Atualmente, a instituição oferece oficinas de percussão, dança, capoeira, teatro, customização,  costura, taekwondo e inclusão digital, além de dezenas de atividades ao longo do ano, como apresentações musicais, espetáculos teatrais, sessões de filmes, workshops, etc, atendendo mais de 600 pessoas da região.

Ainda em 2018 será inaugurado o Restaurante das Palafitas, espaço de refeições populares que visa extinguir a fome naquela região.

Maiores informações: www.artenodique.org e www.facebook.com/artenodique.