Projeto “Muito Prazer! Meu nome é Hip hop” realiza 3º Cine Estação

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kulhydrater i mad tabel go Foto: Raquel Vasconcelos

van de heuvel tuindecoratie link O Cine Estação deste domingo (4) mostrou que nem só de 4 elementos vive o Hip hop. Durante 6 horas, o espaço do Fórum de Cidadania de Santos foi aberto para batalhas de break dance, muita rima, graffitti, declamação de poesia, troca de ideias e a exibição do documentário “Freestyle: Um estilo de vida”.

hele vejen nik og jay Entre artistas que já começaram a escrever suas histórias por meio do Hip Hop e admiradores dessa cultura, o diretor do filme, Pedro Gomes dividiu um pouco da sua experiência e seus principais aprendizados.

boka havets katedral view “Empreender é para a vida. A questão é estudar e dominar sua área. Formar um time também é essencial. Ninguém sabe fazer tudo e é impossível ser um Emicida sozinho”, explicou Pedro sobre a necessidade de gerir seu próprio talento.

http://leftprevent.life ems training amsterdam Foi ainda adolescente, assistindo “Pulp Fiction: Tempo de Violência” de Quentin Tarantino que descobriu seu interesse pelo cinema.

http://ironneedle.live/2018/08 waarom glasvezel ipv kabel Vivendo o cenário do Grajaú, Zona Sul de São Paulo e tendo como trilha sonora o Rap, Pedro aliou o que absorveu da cultura Hip Hop a inclinação para a área  audiovisual.

la la land die watch Entre seus trabalhos está a produção de videoclipes para artistas como Rashid, Emicida, grupo Pentágono dentre outros. Acompanhou os Racionais em turnê pelo país e dirigiu o documentário “Marco Zero do Hip hop”.

parents élancez vous caf la rondavelle tamarin mauritius O que o Hip Hop representa para você?

couch hohe sitzhöhe Transformação, representatividade, luta ou uma lente para enxergar o mundo. Esbarrar nessas palavras conversando com pessoas já ativas no Movimento é algo frequente.

“Não existe tabela periódica para o Hip hop, ele não se limita a 4 elementos. Ele é livre em sentimentos”, disse o rapper T.H após a exibição do documentário.

Crianças pequenas arriscavam seus primeiros passos de dança enquanto assistiam os bboys. A garota que aparentava seus 9 anos de idade, olhava e escutava atentamente as rimas de Lulaman. Sentada, uma mulher deixava seu cabelo crespo ser desenhado pelo trancista.

Uma programação teoricamente serve para indicar o momento que cada coisa irá acontecer mas a verdade é que tratando-se de cultura, tudo é simultâneo. Propositalmente e também nas ações simples.

Para Natt Maat, rapper e ativista transexual “o Hip hop é união, aliança, é de todos. É ainda ter que quebrar as barreiras do machismo, da transfobia e ao mesmo tempo saber que ele é uma bandeira hasteada onde toda causa, por direito e conquista pode ser escrita”.

Foi a partir desse compartilhamento coletivo de aprendizado que o 3º Cine Estação Hip hop aconteceu em um espaço que completa 10 anos.

“Eventos como esse são muito importantes para a formação das pessoas que não conhecem o Movimento e contempla quem já faz parte. Tudo é uma troca de identidades, estilos de arte e novas formas de pensar”, disse Fixxa, a artista urbana que fez a intervenção com graffiti ao lado de Colante.

A iniciativa e organização é do Projeto “Muito Prazer! Meu nome é Hip Hop” que tem como objetivo promover atividades de impacto social e incentivo a juventude. Na página de Facebook do projeto é possível acompanhar mais ações desenvolvidas: https://www.facebook.com/MPMNH2/?fref=ts