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Muito Prazer! Meu nome é Hip-Hop |

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Conscientizar, empoderar e dar autonomia a jovens, principalmente aos que estão em situação de vulnerabilidade social. Esses são os principais objetivos do Projeto Muito Prazer! Meu Nome é Hip-Hop.

E não é por acaso que o nome se assemelha a um cartão de visitas. O projeto criado em 2010 por Orlando Rodrigues, militante do movimento negro, em parceria com DJ Mamuth, tem a proposta de levar as pautas do hip-hop para vários espaços, buscando políticas públicas por meio do diálogo com o Poder Público, conselhos sociais e comunidade fomentando o movimento na Baixada Santista.

“Em 2015, fizemos oficinas no Caruara (área continental de Santos), criamos grupo de Bboy (dançarinos de break dance), de rappers, sempre com o intuito de estimular os jovens daquele lugar, criando elo ou mesmo incentivando a inscrição em determinado festival”, diz Orlando.

Atualmente, o projeto possui perfil itinerante, voluntário e sem fins lucrativos, ocupando os espaços públicos com oficinas e eventos de hip-hop, levando o debate sobre questões raciais e a identidade negra à tona.

Orlando ainda explica o trabalho do grupo. “Quando falamos de hip-hop, existem vários desdobramentos, como o direito à cidadania. ‘Como anda a sua comunidade?’ é um questionamento que fazemos. Afinal, o rap deve levantar essas demandas. É parte do rapper ser um observador social, por exemplo”.

Orlando Rodrigues (um dos organizadores do projeto, ao lado de DJ Mamuth).

Orlando Rodrigues (um dos organizadores do projeto, ao lado de DJ Mamuth). Foto: Duh Oliveira.

Para o criador do projeto, apresentar propostas e as problemáticas ao Poder Público é essencial, mas o próprio Movimento Hip-Hop sempre teve uma função política de denunciar a situação dos menos favorecidos, em sua maioria negros.

Designado como movimento apartidário, “que acredita em pessoas e não em partidos”, o projeto vem ganhando credibilidade em seus seis anos de história. “Por não se tratar do único segmento ao qual o governo atende, as propostas acabam se concretizando sempre a longo prazo”, o que, segundo Orlando, não impede que cada demanda seja atendida.

Para ele, a maior conquista tem sido a construção de um legado capaz de dar continuidade e fortalecimento ao estilo. Ele cita Júlio Mad, bboy da Mad Feeling Crew, e J.R, da Batalha de Rimas da Conselheiro, como grandes nomes da nova geração.

“Cultura não é só entretenimento, é política também. O hip-hop não deve deixar isso ficar em segundo plano, caso contrário ele perde seu sentido. As próximas gerações devem sempre se atentar a esse aspecto”, enfatiza.

Ocupar

Não é incomum o uso da palavra “ocupação” como característica principal de resistência de um movimento. Com o hip-hop não seria diferente, mas, pelo contrário, primordial.

Kelly Anselmo, estagiária na Usina Hip-Hop, em Guarujá, envolvida com o movimento por meio do break dance e estudante de Serviço Social, entende o hip-hop como um meio expressivo de reivindicar direitos. “Quando este tipo de arte começa a trabalhar dentro das comunidades, ele vem para ampliar olhares e ninguém melhor para expressar a realidade periférica do que a própria periferia”.

Lançamento do filme sobre o hip hop santista no CulturalMente Santista.

Lançamento do filme sobre o hip hop santista no CulturalMente Santista.

No início de sua história nos anos 1980, os bailes, encontros e reuniões eram as únicas formas de ter participação no movimento. Com a internet e sua popularização, as discussões aumentaram e passaram também estar ativamente neste espaço.

Na prática, o criador do projeto, Orlando Rodrigues, explica que as redes sociais, como o Facebook, não são meios oficiais como os conselhos municipais, como os dos negros e da juventude, por exemplo. Ele chama atenção para a necessidade dos movimentos sociais ocuparem esses locais e entendê-los como referências nas tarefas de decisão.

“Devemos ocupar os espaços em nome da diversidade. Afinal, estamos passando por um processo de reconstrução social da cultura”, conclui.

Para Mano Shabba, militante do movimento em Guarujá, ocupar espaços e promover a inclusão de grupos minoritários caracterizam o hip-hop. “Nossa arte deve agregar a todos e se nasceu desse intuito deve inserir a mulher, os lgbt’s, o idoso, o deficiente, pessoas gordas ou magras. No passado, os tempos eram mais restritos, mas agora precisamos nos libertar”.