4º CulturalMente Santista | Piratas do Maxixe e bailarinas Célia Faustino e Angélica Evangelista se apresentam nesta quarta

DJs Bakka e Mascate.

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van de heuvel tuindecoratie link As bailarinas Célia Faustino e Angélica Evangelista se encontram com os DJ’s Bakka e Mascate, do coletivo Piratas do Maxixe, para promoverem um diálogo entre as linguagens da dança e da música, em uma construção coletiva que se dá diante dos olhos do público, o qual também é convidado a se integrar à experiência. É o projeto De Improviso, que ocorre esta semana dentro da programação do 4º CulturalMente Santista, quarta-feira, 20h, na Comedoria do Sesc Santos. Pela primeira vez na trajetória dessa intervenção no Sesc Santos os artistas foram anunciados com antecedência.

hele vejen nik og jay No mesmo dia, mais cedo, os DJ’s Bakka e Mascate participam do bate-papo “A rua em cena: o espaço público ocupado pela ação cultural”, entre 19h e 20h, também na Comedoria.

boka havets katedral view Responsáveis pela festa de ocupação Jambu, os Piratas do Maxixe têm alcançado reconhecimento na região.

http://leftprevent.life ems training amsterdam André Rigotto, o Mascate, é pesquisador musical, produtor cultural e DJ por paixão. Nômade por natureza, nascido em Santos, já viveu na pauliceia caótica, na paz da Chapada dos Veadeiros mas tem gosto pela opção de não possuir CEP definido, embora nem sempre seja possível. Como canal de sua expressão artística criou Mascate, seu alter ego discotecário e inquieto, sempre em busca de novas ondas sonoras e manifestações culturais populares. Foi sócio/gestor da casa noturna Base Arte Cultura em Santos e hoje integra o coletivo Piratas do Maxixe, também no litoral. Ajudou a idealizar e fundar o coletivo Salada Cartel e articula/produz a festa Batbacumba Auês, ambos projetos erradicados em São Paulo. Hoje concentra sua energia no eterno aprendizado da fotografia e da documentação.

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la la land die watch Rafael Forte, o Bakka, realiza pesquisas sonoras diversificadas e é isso que faz com que suas apresentações se construam formando sets que transitam em universos ecléticos. Jazz, afrobeat, dub, cumbia, brasilidades, beats, trip hop e até o Techno. Tem no seu currículo discotecagem nos espaços Base Arte Cultura, Chillaz, Dub Lounge Festas; Bem Fundo no Centro, Calefação Tropicaos, Vibe in, Shangri-lá, Coisa Nossa (RJ), Futuráfrica. E nos festivais Soul Vision, Terra em Transe (BA), Shiva Trance e Shivaneris.

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la rondavelle tamarin mauritius Conversamos com ambos sobre o coletivo Piratas do Maxixe e a Festa Jambu.

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Como surgiu a ideia de criar o Piratas do Maxixe? Comentem um pouco a atuação do coletivo.
A ideia surgiu do amadurecimento do trabalho de cada um de nós, da necessidade de união no fazer artístico, na quebra de certos padrões engessados na produção cultural e artística e da necessidade do questionamento de burocracias e padrões limitantes que emperram e atrapalham a manifestação artística na nossa cidade. Somos um coletivo de cinco produtores já atuantes na região e que também flertam com outros tipos de arte como discotecagem e pesquisa musical, colagens, design gráfico e teatro. Dessas linhas naturais de cada um e de colaborações com uma rede de artistas da região, a atuação do coletivo vai, desde a produção cultural até a ocupação e ressignificação de espaços públicos, porém, sem perder o caráter de ser um canal de experimentação artística para nós e para os encontros que surgirem ao decorrer deste processo.

E a Jambu, como tem sido a repercussão?
A festa tem sido bem aceita pelo público e vemos que a vontade de ocupar as ruas e ter acesso a uma cultura gratuita e livre é de todos. Desde a primeira edição também tivemos a colaboração de diversos coletivos e artistas que já atuavam na rua em nossa região, e que são parte crucial na criação da experiência que propomos.

Antes da apresentação no dia 11, vocês participarão de um bate-papo sobre ocupação de espaços públicos. Como tem sido a ocupação dos espaços públicos para a cultura na região?
Achamos que ainda é cedo para mensurar um impacto dessa proposta na cultura da região. Iniciamos esse trabalho a menos de seis meses e ainda tem todo um processo pela frente. Nosso foco por enquanto é o fazer, o questionar e a abertura de espaços e debates sobre essa forma de utilização dos espaços públicos. A reverberação disso virá com o tempo e o trabalho.