Grupo Animelan

Equipe do Animelan: Shinji está ao meio, usando óculos

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bottes litefield bekina see Em 10 de outubro, aconteceu o Dragon Ball Day-Santos. Quem passou pela Avenida Ana Costa, em frente ao Cine Roxy, viu uma aglomeração de jovens felizes da vida em partilhar com outros o gosto pelo anime. Naquela noite, que reuniu cerca de 500 fãs, houve um desfile cosplay. Para quem não sabe, a palavra é a reunião de costume (figurino) e play (brincar). Ou seja: pessoas que se vestem com fantasias de personagens que adoram, amam. E, para a ocasião, os responsáveis pelo desfile cosplay foi o Grupo Animelan, o mais antigo do gênero na Baixada Santista. O CulturalMente Santista bateu um papo com o diretor do grupo, Alexandre Rodrigues Panplona, mais conhecido como Shinji. Ele fala da trajetória do Animelan, a relação com animes e seriados japoneses, o segmento na região e muito mais. Confira:anzeige pdf einstellen

http://imagineseemed.live/2019/05 perd on les kilos pris a la ménopause http://kickminute.live/2019/06 brandys braugarage wallersdorf animelanlogoComo surgiu a ideia de criar o Animelan? O grupo é formado por fãs, certo?
Para falar do grupo, primeiro tenho que falar de mim: sou fã e adepto da cultura pop e tradicional japonesa desde meus 12 anos de idade. Em uma época em que havia muito preconceito, no auge do vídeo cassete, os fãs eram restritos, tinham vergonha de dizer que gostavam disso. Aluguei a fita VHS do Jaspion em 1988 e graças ao Sr Toshihiro Egashira, da  extinta Everest vídeo,  esse tipo de seriado chegou à TV brasileira através da também extinta Rede Manchete. Daí aprofundei meu gosto assistindo de manhã e de tarde  seriados como Jaspion, Changeman, Kamem Rider Black, Flashman. E  uma febre, comecei a colecionar  episódios, revistas em quadrinhos, álbuns de figurinhas, fui no circo show Jaspion e Changeman no Emissário e como todo fã na época  tinha minha espadinha, máscara e escudo dos Changeman! Nos anos 90 foi quando  comecei  realmente a gostar mais de animes, órfão  dos meus queridos tokusatsus, e  já havia  assistido animes como Patrulha Estelar, Zillion, Pinocchio, Honey Honey, mas meu gosto pelo assunto se intensificou a partir de 1994, no auge dos Cavaleiros do Zodíaco e animes  pipocando na TV, saíram as revistas especializadas sobre o assunto. Uma delas, a extinta revista Animax, me apresentou o termo otaku pela primeira vez, o cosplay   e muitos animes variados que  não eram exibidos na TV. Nesta época obter acervo de animes era a coisa mais difícil. Não tínhamos tantos sites e os fãs tinham vergonha de dizer que gostavam, os pais diziam  “isso é  desenho animado, você está muito crescido pra assistir isso”..  Em 2001, abri minha locadora de vídeos e fiz muitas amizades, dentre elas com  fãs de animes. Através de um cliente conheci Wellington Pupi, fiz amizade instantânea com ele, trocamos acervos, conversamos sobre o assunto e juntando com mais  dois fãs – o Marcelo Carmelito e Paulo Henrique – em 13 de março de 2004 criamos uma  reunião de fãs em um salão de festas de uma lan house,  a  extinta Slamp, onde exibíamos os animes, batíamos papo sobre o assunto e reuníamos os fãs, e alguns meses depois essa reunião ganhou nome Animelan. Desta pequena reunião surgiram os primeiros convites pra eventos e aí sim fomos  ganhando destaque. Com passar dos anos foi surgindo  o grupo que todos conhecemos  como mais antigo da Baixada.

idolâtrie définition catholique luberon village walk Quem quiser participar, como deve fazer?
Nos primeiros anos por ser uma simples reunião de fãs, não tínhamos “cargos”, mas havia uma liderança. Eu comecei como um dos quatro fundadores, mas  desde 2005  assumi a liderança. Daquela  época remanescentes só  Rodrigo Teles  “Modo”,  vice-coordenador,  e  alguns anos  depois Atila  Medeiros. Era mais fácil porque só tínhamos a atividade de exibição de animes, mas com passar dos anos  diversificamos nossas atividades  e precisávamos nos organizar em cargos, áreas e convocar staffs. Para participar  não precisa ser grande conhecedor da cultura, mas é bom ter uma base  e precisa ter tempo livre para se comprometer, “vestir a camisa”, trabalhar em equipe. Aqueles que visam o grupo  pensando  em ganhar dinheiro, fama ou sentimentos pequenos,  dispensamos  para  não prejudicar o grupo. Com a alta demanda de convites pra eventos; estamos  muito chatinhos com  a seleção de novos membros nos últimos anos. O novo membro, passa por um bate-papo prévio com membros da  coordenação e  perguntamos  se  quer participar, mas deixamos claras nossas regras.

http://monthsanimals.live/2019 coupe davis italie suisse http://darkawesome.live/2019 tranquillo leipzig nikolaistr O grupo não tem fins lucrativos e todos se envolvem voluntariamente.
A maioria dos nossos  projetos  é sem fins lucrativos. Não vivemos do anime ou de eventos. Quando realizamos eventos em locais abertos e há apoio  de organizações sociais, há custos e  temos que cobrar uma entrada de acordo com o bolso dos  fãs  e o dinheiro arrecadado é para melhorias  de nossas áreas para  manter a qualidade  das atividades.

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acculer définition synonyme go http://meankick.live/2019/04 large json file Mas há uma organização? Como vocês fazem para definir cargos e o que cada um deve fazer?
Sim, estamos bem organizados e definidos para melhor trabalhar. O trabalho em equipe é a força do grupo  e reconhecido pelo público. Existe  a coordenação geral, e coordenadoria para cada área. Para auxiliar todas as áreas, temos a equipe de staffs. Modestamente falando sou um bom formador de equipes, e conforme passar dos anos,  participando de eventos,   eu observo novos talentos  e completo as deficiências do grupo e/ou criamos novas áreas de acordo com novos membros. Isso tem sido um trabalho constante e incansável. Ter de explicar  em todas as ocasiões  as origens do grupo a cada  membro novo para que  todos  estejam no mesmo nível, sem ser maior ou melhor que ninguém, manter a boa  amizade e convívio entre os membros tem sido nossa força. O coordenador  e vice-coordenador  têm 10 anos de amizade. Rolam desentendimentos, o que é  normal em toda  grande equipe, mas pelo grupo  atuamos com profissionalismo e responsabilidade!

http://nobodydance.live/2019/05 défi pièces auto http://christbunch.live/2019/05 damen italienische mode sciento O grupo tem alguma base, escritório?
Tínhamos nossa “base” até 2008, quando a antiga  Slamp lan house usava um casarão no  Canal 4, onde havia um salão de festas. Tínhamos um acordo com o dono e usamos  esse salão para as atividades do grupo. Hoje não temos um local fixo para as atividades e  nos  reunimos em locais aleatórios, marcamos nossas  reuniões  pelo grupo fechado em rede social  com a pauta definida. Um local constante é o Hipermercado Extra do Gonzaga, aos sábados.

http://milesblow.live/2019/06 propriété miel de thym http://heavydrive.live/2019/04 amanda allison this is me Qual a frequência de eventos?
Varia muito. Costumo dizer que o segundo semestre sempre lota  de convites e projetos.

http://davidhate.live/2019/06 discussion in hindi internet windows update there Qual sua visão do mercado de animes no Brasil?
O mercado  de animes  do Brasil, tem  seus” booms” e altos e baixos. Ele  se adapta a cada geração. Existem os  booms, como foi  a febre dos   seriados live action no final dos anos 80, em 1994  com os Cavaleiros do Zodíaco, alguns anos depois Dragon Ball Z, Pokémon,  e por aí vai. Temos muitos seriados pelos canais de TV, produtos relacionados,  surgem novos eventos,  o mercado  aquece e se adapta  de acordo com a época.  A minha visão hoje é que vivemos uma  saturação: obter informação sobre o assunto ficou mais fácil pelo crescimento de fãs e também banalizada. Um exemplo é o cosplay, que antes faziam por diversão  e hobbie e quando perguntado o individuo  sabia do anime, mangaká, e muitas outras informações. Uma parcela  dos cosplayers de hoje o fazem por modinha  e vivenciam  guerra de egos, entre eles mesmos. Não  todos, é claro. Uma parcela. O uso das redes sociais e  os eventos  facilitaram a reunião dos fãs.

http://momentmaking.live/2019/04 sukasuka ep 10 vostfr O mercado editorial acompanha e sabe o que o fã deseja. As revistas   especializadas sumiram das bancas, e os mangás em fomatos  originais tomaram conta. Temos muitos títulos à disposição, o que é muito bom, os fanssubers, formalizaram seus  sites especializados e disputam  entre si qualidade; com isso também podemos  escolher  site  e anime favoritos, com trabalho primoroso de  legendagem e qualidade na imagem. Obter  animes não é algo mais  restrito. Os eventos  ajudaram  a reunião dos fãs, a criação de grupos, mas  o que  me desagrada é a saturação de eventos: todos  querem ganhar   umas verdinhas em cima dos fãs. Nós somos contra  essa saturação e despropósito. Nacionalmente somos contra projeto caça níquel onde explora o fã, eventos que ocorrem todo mês e que cobram valores altos demais para  o perfil do fã da Baixada Santista e não oferecem serviços básicos como segurança,qualidade na alimentação entre outras barbáries que  vi por aí ao longo dos anos. Superlotação do espaço é muito comum,  pensando apenas no lucro  e projetos que  propõem  mundo e fundo na  divulgação e não cumprem nem metade, com  qualidade média. Isso não acompanha  o  bolso do fã e somente um lado ganha: o da empresa organizadora. Mas os  fãs   estão ficando espertos e sabendo diferenciar qual projeto é  bom  e qual   é irregular. Minha proposta  era  reunir  organizadores, amigos e parceiros e fazer um grande evento regional para todos com  custo/beneficio de acordo com a realidade, porque muitos só têm o dinheiro da entrada e só vão para reencontrar os amigos.  Projetos todo mês e com temáticas iguais,  com o mesmo público, também são cansativos. Aqueles que oferecerem alternativas, não apenas  visando lucro, mudar  esse panorama  e oferecem  diferenciais saem na frente. Temos feito a diferença através do selo Animelan Project , que gera bons resultados  levando nossas  atividades a outros locais, sem fins lucrativos.

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http://manycrazy.live/2019/05 adham nabulsi 2016 valeur vente or Há demanda para todos os projetos?
Estamos com a agenda lotada  e  sacrificamos fins de semanas com  família, viagens, entre outras coisas para  cuidar  do grupo e atender a demanda de projetos.  A seleção de equipes  é bem vinda  neste caso, assim  como   manter todos informados, mas não depende só dos  coordenadores. O staff  ou voluntário tem que  ter força de vontade, vestir a  camisa  e se comprometer, mostrar a que veio. Quando você  é publico, só se diverte  com a coisa  toda montada, mas atrás do balcão atrelamos diversão e trabalho de montão. O companheirismo sempre acompanhou o grupo e sempre  fui disposto a ajudar até mesmo aconselhando  determinado membro com problemas pessoais, etc. O grupo é minha segunda família  e, ao longo dos anos,  ocorreram muitos sacrifícios.
amoureux de paname partition go Na trajetória do grupo, quais momentos foram os mais marcantes?
Tivemos muitos, me orgulho de todos  eles. Citando um dos mais marcantes:

parapluie de lumiere fnac 2004: Inauguração  as exibições do grupo na lan house Slamp

histoire d or personnel rives de l orne 2005:  primeira participação em evento Anime Festival, no antigo Colégio  Santista.

2006: 32 salas de clubes no ANMECON. Fomos a segunda melhor sala de clubes, perdendo só pra sala do Cosplay Brasil.

2007: ANIME PLAY no Playcenter. exibição de animes e tokusatsu no Magic Motion 360.

2007: ANIMASANTOS – o grupo ganha destaque como organizador parceiro. Montamos a maior sala de desenhistas da região, abrimos  espaço e portas para muitos amigos   divulgarem seus trabalhos.

2008: FIJ – FESTIVAL DA IMIGRAÇÃO JAPONESA. Reunimos 78 pessoas  dentre equipe amigos e parceiros da Baixada. Ganhamos um estande gratuito no Mendes Convention Center.

2008:  Homenagem  ao Senhor Herculano, cosplay veterano, que faleceu. Foi na Barra Funda , no Memorial das Américas.Reunimos  alguns bons amigos e cosplayers com apoio Câmara Municipal de São Paulo e plantamos uma muda de árvore no Memorial das Américas.

2008: Japan Fest, no Guarujá.

2008: Palestra sobre o grupo durante a exposição “Fragmentos  da Imigração na antiga Cadeia Velha. Pela primeira  vez o grupo teve uma porta aberta para divulgar seus projetos.

2008/2009 Semana do Anime na Gibiteca. E Festival do Anime, nas tendas na praia em 2009.

2009: GATTAI CON – aniversario de  5 anos do Animelan. Ganhamos prêmio  de segundo melhor evento do ano. O público me cumprimentou ao final do projeto.

2010: Sala temática final fantasy, e organização em parceria no Anime Fair no clube de regatas Saldanha da Gama.

2010: Mostra de Cultura Pop Japonesa no SESC/SANTOS.

2010: FUN FOR FAN, em homenagem aos 50 anos da Unisanta.

2010: MOSTRA NACIONAL DE FANZINES, na Gibiteca.
2011:  IV MOSTRA DE CULTURA POP, na Microcamp Gonzaga.

2011: Participação no  NET ANIME EXTREME, All Net Santos.

2012 ANIMELAN PROJECT: aniversário de oito anos do grupo no Emissário Submarino.

Agosto de 2013:  Todos os projetos envolvendo   a colônia japonesa  regional  recentemente.  Homenagem  às vitimas  da bomba de Hiroshima e Nagazaki, onde exibimos a animação Hadashi no GEN.

Outubro de 2013: Dragon Ball Day, no Cine Roxy.

Quais os próximos projetos do grupo?
Sábado, dia 26 de outubro, Mostra de Cultura Pop Japonesa na All Net Santos. De 2 a 24 de novembro, Semana do Anime, na Gibiteca de Santos. Em 30 de novembro ,dois eventos: Festival do Japão na Associação Japonesa e exibição na exposição em homenagem à Rede Manchete, do professor Leandro Altafim. Em 1º de dezembro, Festival do Japão outra vez na Associação Japonesa e, em 15 de dezembro, sexto Animelan Project Natalino no Parque do Emissário Submarino.

Site oficial: www.animelan.com.br.

Página no Facebook: www.facebook.com/animelan.